
VOCÊ NÃO LÊ ESTE LIVRO. VOCÊ SE SUBMETE A ELE.
SONETOS DE DOMINAÇÃO
E ÊXTASE
Há desejos que não se contam. Eles começam como um sussurro, um gesto, um olhar que pesa mais do que qualquer palavra. Crescem no silêncio, na tensão que antecede o toque, no pacto mudo de quem sabe que o prazer verdadeiro não está apenas no que o corpo faz, mas no que a mente ousa imaginar. Foi nesse altar invisível que nasceu Sagração dos Desejos — Sonetos de Dominação e Êxtase.


GUIA PRÁTICO DA COMUNIAÇÃO EM M&A
Estruturei o guia em dez capítulos que seguem a jornada natural de um processo de M&A, desde o planejamento até a integração pós-fechamento. Mas não é apenas uma sequência cronológica, é um mapa estratégico para quem precisa navegar nesse território complexo.
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Em A serpente e os aventais de folhas de figueira, Fernando H. G. Nunes convida o leitor a explorar a essência humana em toda sua complexidade.
Com uma linguagem profunda e evocativa, os poemas na obra traçam um caminho entre o divino e o mundano, o antigo e o contemporâneo, revelando as dúvidas, os desejos e as contradições que moldam nossa existência.
Cada verso é uma janela aberta para o passado, presente e futuro, desvendando camadas de emoções e pensamentos que ecoam as questões mais íntimas da alma.

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BIO

Fernando H. G. Nunes é jornalista, poeta e escritor. Nascido em Alagoas e radicado em Curitiba, transita entre gêneros com a inquietação de quem não se contenta com fronteiras. Publicou os livros de poesia Cais de Pedro (2016) e Fonema Isolado (2020), o romance Adeus, Lola! (Chiado, 2022), a coletânea A serpente e os aventais de folhas de figueira (Ipê das Flores, 2024), o guia de comunicação corporativa Como contar que compramos? (e-book Kindle, 2025) e os sonetos de Sagração dos Desejos (Viseu, 2025). Sua escrita investiga os limites do corpo, da linguagem e da identidade, articulando memória, desejo e crítica social em narrativas de forte densidade estética. Nas páginas de seus livros, a intimidade é política, e o cotidiano, matéria de experimentação. Não escreve para agradar; escreve para inquietar.




